Amigurumi: Saiba Como Fazer e Veja Dicas Práticas

Amigurumi: Saiba Como Fazer e Veja Dicas Práticas

Como não amar um bichinho fofo feito de tricô? Eles são apaixonantes e atendem pelo nome de Amigurumi, uma junção de palavras de origem japonesa que significa “ami” – “tricô” ou “malha” e “nuigurumi”- “bichos de pelúcia”. Ou seja, podemos traduzir amigurumi como “bichos de pelúcia de tricô”.

Já faz algum tempo que os amigurumis surgiram lá no Japão, mas foi só recentemente que eles passaram a ganhar fama por aqui. Confeccionados geralmente com linhas de algodão, os amigurumis podem ter as mais variadas cores e formatos. Mas eles possuem algumas características que os tornam inconfundíveis.

Uma delas é que os bichinhos geralmente possuem formas esféricas e cilíndricas. Outra particularidade são a cabeça e os olhos grandes, evidenciados em relação ao restante do corpo. Os amigurumis também são baixinhos, seu tamanho varia entre 10 e 30 centímetros.

Feitos geralmente para decoração de quartos, os amigurumis são uma excelente oportunidade de artesanato para vender. Para você ter uma ideia, o preço de venda de um amigurumi varia entre R$ 70 a R$ 250, dependendo do tamanho e do formato.

Seja para vender, presentear ou mesmo como um hobbie, vale a pena aprender a fazer um amigurumi. Por isso trouxemos nesse post muitas dicas e tutoriais para quem deseja se aventurar por esse artesanato japonês. Embarque nessa com a gente: Curso Meu Amigurumi

 

Como Fazer Amigurumi

Em um primeiro momento a técnica do amigurumi pode assustar os iniciantes. De fato é importante ter algum conhecimento de tricô antes de começar, mas isso não quer dizer que é impossível fazer um amigurumi. A receita do sucesso é ter persistência e dedicação, mesmo que você tenha que começar do zero.

E o ponto de partida para fazer um amigurumi é saber escolher os melhores materiais para esse trabalho. Confira as dicas para não errar nessa primeira etapa: Curso Meu Amigurumi

 

Materiais Necessários Para Fazer o Amigurumi

 

Passarinhos amigurumisBasicamente, para fazer um amigurumi você vai precisar de apenas linhas, agulhas e enchimento acrílico. Alguns outros materiais adicionais necessários são tesoura, fita métrica, botões, feltro e cola para dar o acabamento final aos bichinhos.

A linha mais recomendada para fazer o amigurumi é a de algodão, mas você também pode optar por linhas de lã. O importante é saber que quanto mais fina a linha, mais delicado será o resultado. As linhas mais grossas, por sua vez, são mais indicadas para quem está começando.

Já no que diz respeito as agulhas, funciona mais ou menos assim: agulhas grossas para fios grossos e agulhas finas para fios finos. Mas não se preocupe muito com isso, a embalagem da linha traz a indicação do tipo de agulha deve ser utilizada.

 

Passo a Passo de Como Fazer Amigurumi

Agora que você já sabe o que precisa ter em mãos antes de começar a fazer o seu amigurumi, o que acha de conferir alguns tutoriais com o passo a passo da técnica? Fica bem mais fácil começar com quem já sabe o que está fazendo. Confira cinco ideias para se inspirar e se motivar: Curso Meu Amigurumi

 

Amigurumi Para Iniciantes

Esse curso foi feito especialmente para quem ainda está começando a aprender a técnica do amigurumi. Você vai aprender os pontos básicos para produção dos bichinhos que são o anel mágico, o aumento e a diminuição. Confira:

Fofos, coloridos e cheios de possibilidades. Os amigurumis são assim: um artesanato que encanta a todos e ainda por cima muito rentável, podendo se tornar uma ótima fonte de renda extra. Para dar vida a essas fofuras você vai precisar apenas de uma dose de dedicação e criatividade. Por isso, selecionamos as melhores ideias de amigurumis para você se inspirar. Confira:

 

Materiais Básicos

 

Linhas

A escolha da linha é sem dúvidas a etapa mais importante antes de começar os pontos do amigurumi. No começo, quando você ainda não tem tanta experiência, o ideal é escolher uma linha mais grossa. Como os pontos são pequenos, é legal que você consiga enxergar todo o trabalho. A linha mais grossa vai facilitar esse processo e também os movimentos da mão na hora de fazer o crochê.

Outra dica legal é investir nas linhas claras para as primeiras peças. Isso porque com a linha mais clara, fica mais fácil contar os pontos, casa e fileiras que você já fez, evitando se perder no meio do processo.

Sempre escolha linhas 100% algodão, como a linha Duna, que tem uma espessura média ideal para começar.

 

Linhas de crochê

 

Agulhas

Normalmente o próprio pacote de linha indica o tamanho ideal de agulha para o trabalho, mas essa indicação não precisa ser seguida à risca. Antes de qualquer coisa, escolha uma agulha que fique confortável na sua mão. Afinal, o trabalho em crochê demanda inúmeros pontinhos e uma agulha ruim pode machucar seus dedos.

Para pessoas com tendinite é indicado usar agulhas de metal com o cabo revestido em borracha ou plástico. Além de dar muito mais conforto para os dedos, o cabo vai facilitar a pegada e agilizar o processo.

 

Agulhas de crochê

 

Outra coisa muito importante que você precisa saber antes de comprar uma agulha é que o tamanho dela e a espessura da linha determinam o tamanho da peça. A linha mais grossa deixa a peça mais volumosa por si só, e com a ajuda de uma agulha grande, cria espaços maiores entre os pontos. Já a agulha menor, deixa os pontos mais juntinhos.

Veja abaixo duas bolinhas feitas com o mesmo número de pontos. A bolinha maior, na cor roxa, foi feita com a linha duna e agulha de 2,5mm. Já na bolinha amarela foi usada a linha anne, que é bem mais fina, com a agulha de 1,5mm.

 

Modelos de bolinhas de crochê

 

Para começar, o tamanho ideal é 2,5mm. Mas se possível, tenha duas agulhas de tamanhos opostos em casa. Isso vai te dar mais possibilidades na hora de criar.

 

Enchimentos

Os bichinhos de crochê precisam ser preenchidos com um material bem leve e fofinho. A maioria dos artesãos prefere usar a fibra siliconada, que é um material barato. A fibra siliconada é muito usada para encher almofadas e principalmente no artesanato em feltro.

No mercado você também encontra também a fibra seca. É fácil notar a diferença entre as duas já no toque. A siliconada é o que chamamos de fibra 100% virgem. Ela é mais soltinha e muito mais macia que a seca. A fibra de silicone vai deixar o seu amigurumi muito mais fofinho.

Além do enchimento em fibra, você pode usar a própria para preencher seus bichinhos. Sabe aqueles pedacinhos e pontinhas que vão sobrando durante o trabalho? Vá guardando todos eles num potinho e, com o tempo, você vai ter lã suficiente para encher um amigurumi inteiro.

 

Detalhes e Olhinhos

Na hora de enfeitar seus bichinhos ou criar os olhinhos para seus amigurumis, você pode viajar nas opções. Os mais comuns são os olhinhos muito usados para as bonecas em feltro, que são meia pérolas pretas com a base reta. Para aplicar na peça de crochê você pode usar cola universal para artesanato. Você encontra essas bolinhas pretas de vários tamanhos em qualquer armarinho.

Existem também os olhos com pino de segurança, que são aquelas bolinhas pretas com uma pequena pontinha que lembra um parafuso. Ao contrário da meia pérola, você não precisa colar por cima do crochê, e sim “atarrachar” o cabinho para dentro do enchimento, e encaixar numa porquinha de plástico que já vem com os olhos.

Se estiver fazendo um bichinho para uma criança, essa é a melhor opção porque os olhos ficam bem fixos na peça e não corre o risco dela conseguir tirar.

Você pode usar também as clássicas miçangas, pode pregar botões e também pode criar os olhinhos com retalhos de feltro. Basta cortar as bolinhas nas cores e tamanhos que preferir, e fixar com cola universal.

 

Amigurumis Lindos

 

É impossível não se apaixonar por essa arte de criar bichinhos com crochê, não é? É por isso que esse artesanato faz tanto sucesso por aí. E agora que você aprendeu um pouco sobre como fazer amigurumi, só falta colocar a mão na massa. Escolha um modelo bem simples e comece já a praticar os pontinhos!

A melhor parte é que atualmente é possível encontrar várias receitas disponíveis para fazer os mais belos bonequinhos. Além disso, você pode fazer amigurumis sob encomenda e vender para amigas, colegas ou mesmo pela internet, dando uma complementada na sua renda.

 


 

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TDAH: Veja os Sintomas de Déficit de Atenção

TDAH: Veja os Sintomas de Déficit de Atenção

O que é TDAH?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) (CID F90) é um transtorno neurobiológico caracterizado pela combinação de sintomas de desatenção, hiperatividade (inquietude motora) e impulsividade.

O TDAH aparece na infância e na maioria dos casos acompanha o indivíduo por toda a vida. A apresentação predominantemente desatenta é conhecida por muitos como DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção).

É importante dizer que o TDAH não é uma doença, portanto, não existe uma cura para solucioná-lo e sim um tratamento para melhor conviver com ele.

Os sintomas de TDAH podem se manifestar no início da infância; no entanto, o diagnóstico pode ficar mais evidente a partir do momento que a criança vai para a escola, pois a criança com TDAH pode apresentar dificuldade em prestar atenção à aula, responder as questões sem terminar de ler e não conseguir ficar parado.

 

Sintomas de TDAH

O DSM-5 tem alguns critérios que definem o diagnóstico de uma criança ou adulto com TDAH.

Em primeiro lugar, é necessário que a pessoa apresente um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interfira no funcionamento e no desenvolvimento.

Para tanto, ela precisa apresentar sintomas destes dois aspectos.

 

Sintomas Comuns de Desatenção:

• Deixar de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou durante outras atividades
• Ter dificuldade de manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas
• Não escutar quando lhe dirigem a palavra
• Não seguir instruções e não termina deveres de casa, tarefas domésticas ou tarefas no local de trabalho
• Ter dificuldade para organizar tarefas e atividades
• Evitar, não gostar ou relutar em se envolver em tarefas que exijam esforço mental prolongado (tarefas escolares, deveres de casa, preparo de relatórios etc.)
• Perder objetos necessários às tarefas ou atividades
• Ser facilmente distraído por estímulos externos (para adolescentes mais velhos e adultos pode incluir pensamentos não relacionados)
• Ser esquecido em relação a atividades cotidianas.
• Remexer ou batucar mãos e pés ou se contorcer na cadeira
• Levantar da cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera que permaneça sentado (sala de aula, escritório, etc.)
• Correr ou subir nas coisas, em situações onde isso é inapropriado ou, em adolescentes ou adultos, ter sensações de inquietude
• Ser incapaz de brincar ou se envolver em atividades de lazer calmamente
• Não conseguir ou se sentir confortável em ficar parado por muito tempo, em restaurantes, reuniões, etc.
• Falar demais
• Não conseguir aguardar a vez de falar, respondendo uma pergunta antes que seja terminada ou completando a frase dos outros
• Ter dificuldade de esperar a sua vez
• Interrompe ou se intrometer em conversas e atividades, tentar assumir o controle do que os outros estão fazendo ou usar coisas dos outros sem pedir.

 

Blocos de brinquedo TDAH

 

Em geral, é preciso que a criança apresente seis ou mais desses sintomas por mais de seis meses antes de ser feito o diagnóstico. Já em adultos ou adolescentes (com mais de 17 anos), é preciso apresentar apenas cinco destes sintomas.

Vários sintomas de desatenção ou hiperatividade-impulsividade estavam presentes antes dos 12 anos de idade e em mais de dois ambientes, como a casa, escola, trabalho, com amigos.

É preciso haver evidências claras de que os sintomas interferem no funcionamento social, acadêmico ou profissional ou de que reduzem a sua qualidade. E os sintomas não devem ser mais explicados dentro de outro transtorno mental, como transtorno bipolar, transtorno de personalidade, entre outros.

 

Tipos

O TDAH pode se apresentar com sintomas de desatenção e de hiperatividade ou impulsividade. De acordo com a quantidade desses sintomas, podemos classificar o TDAH em três subtipos:

Apresentação combinada: Se tanto os critérios de desatenção e hiperatividade-impulsividade são preenchidos nos últimos 6 meses
Predominantemente desatento: quando os critérios de desatenção é preenchido nos últimos seis meses, mas os critérios de hiperatividade não são
Predominantemente hiperativo-impulsivo: quando os critérios de hiperatividade é preenchido nos últimos seis meses, mas os critérios de desatenção não são

Além disso, a pessoa pode ter três diferentes graus de TDAH:

Leve: Poucos sintomas estão presentes além daqueles necessários para fazer o diagnóstico, e os sintomas resultam em não mais do que pequenos prejuízos no funcionamento social, acadêmico ou profissional
Moderado: Sintomas ou prejuízo funcional entre “leve” e “grave” estão presentes
Grave: Muitos sintomas além daqueles necessários para fazer o diagnóstico estão presentes, ou vários sintomas particularmente graves estão presentes, ou os sintomas podem resultar em prejuízo acentuado no funcionamento social ou profissional.

 

Criança estudando

 

 

Causas

Quais são as causas do TDAH?

♦ Fatores genéticos
Anormalidades cerebrais
♦ Baixo peso ao nascer
♦ Mãe fumante na gravidez
♦ Abuso infantil
♦ Negligência
♦ Múltiplos lares adotivos
♦ Exposição a neurotoxinas (chumbo).

O TDAH é um dos transtornos psiquiátricos mais bem estudados no mundo. Entretanto, existe um questionamento contínuo sobre a sua origem e até o momento não há um consenso científico sobre as suas reais causas, ou seja, quanto a ele ser inato (genético) ou adquirido (ambiental).

Considerando-se que o TDAH é um transtorno heterogêneo (manifesta-se de inúmeras formas) e dimensional (os sintomas se combinam nos mais variados graus de intensidade) é possível inferir a complexidade da questão, com múltiplas causas e fatores de risco.

Assim, ainda continua difícil precisar a influência e a importância relativa de cada fator no aparecimento do transtorno, havendo necessidade de mais pesquisas sobre o tema.

 

Tratamento de TDAH

O tratamento precoce do TDAH é o “ponto-chave” para que a vida daqueles que têm o transtorno seja mais saudável, produtiva e com mais qualidade. Por isso é imprescindível que os sintomas sejam logo identificados e tratados corretamente.

 

Prevenção

A Neurociência ainda não sabe dizer ao certo de que forma é possível prevenir a ocorrência de TDAH. O que se conhece hoje são formas que ajudam a reduzir o risco de seu filho desenvolver o distúrbio.

Confira alguns exemplos:

♥ Durante a gravidez, evite fazer uso de substâncias que possam prejudicar o desenvolvimento fetal. Não beba bebidas alcoólicas, evite cigarros e outras drogas. Evite, também, a exposição a toxinas ambientais
♥ Proteja seu filho da exposição a poluentes e toxinas, incluindo a fumaça de cigarro, produtos químicos agrícolas ou industriais e chumbo.

 


 

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A Importância da Aromaterapia Durante a Gestação

A Importância da Aromaterapia Durante a Gestação

É maravilhoso imaginar como o corpo da mulher trabalha para gerar um novo ser. No entanto, este período traz consigo sensações, sentimentos e alterações físicas bastante significativas, o que faz com que a gestante necessite de atenção e cuidados especiais.

No campo emocional, é muito comum que a futura mamãe apresente ansiedade, estresse e insônia decorrentes do excesso de preocupação. Na parte corporal, é preciso aumentar os cuidados com a pele, caprichando na hidratação para prevenir o surgimento de estrias, além de atenuar os efeitos do inchaço nas pernas e pés. A Aromaterapia pode ajudar até no momento do parto, com essências que favorecem a chegada do bebê se a opção for por parto normal. Nos cinco primeiros meses, o uso dos aromas deve ser bastante comedido. Embora eles sejam totalmente naturais, todo cuidado é pouco e há muitas empresas que comercializam óleos essenciais cuja procedência é bastante duvidosa, confundindo o consumidor.

 

Aromaterapia: Os Óleos Essenciais na Gravidez

 

Gestante com óleos essenciaisComo a Aromaterapia poderia contribuir com o bem-estar da mulher no período de gestação? Tal questionamento é pertinente e já norteou uma série de pesquisas neste sentido, uma vez que o uso dos óleos essenciais na gravidez seja uma realidade inegável, não é verdade?

No entanto, o assunto merece extremo cuidado. Afinal, recorrentemente é divulgado o fato de que há determinados tipos de óleos essenciais que não são indicados para as gestantes devido a possiblidade de efeitos colaterais.

Mito? Verdade?

Seja para aliviar alguns sintomas típicos da gravidez, seja durante o trabalho de parto para minimizar as dores, fato é que a Aromaterapia surge não somente como uma alternativa.

Na verdade, ela atua também como uma terapia agregadora, que se soma aos cuidados e ao acompanhamento médico tradicional.

Para trabalhar a ansiedade, a gestante pode beneficiar-se das propriedades da Lavanda, excelente pedida para acalmar, combater a insônia e relaxar. Na hora de dormir, basta colocar no quarto um aromatizador tipo plug com algumas gotas da essência. Os resultados são surpreendentes.

 

Aromaterapia na Gravidez: Aliada na Vida da Mãe Desde a Gestação

Antes o parto, durante ou no pós-parto, os óleos essenciais estão presentes na vida das então futuras mamães, muitas vezes desde antes a gestação.

Na verdade, uma série de sintomas que surgem durante a gravidez, como aqueles que indicam depressão, insônia, medo, ansiedade, estresse, e tantos outros, podem ser minimizados com o uso de determinados aromas.

Claro, tudo deve se pautar de maneira cautelosa e com a devida orientação para que seja feito o uso responsável e correto da Aromaterapia e seus óleos essenciais.

Se por um lado, os medicamentos “comuns” implicam na absorção do organismo em relação aos componentes químicos, com os óleos essenciais a ação ocorre no chamado nível neuropsíquico. Dessa forma, há uma “influência” nas chamadas “respostas emocionais”, o que acarreta uma ação veloz nos centros nervosos do indivíduo.

 

Estudos e Contraindicações

 

Óleo Essencial

No primeiro trimestre da gestação a Aromaterapia não é indicada.

Após os 3 primeiros meses, o ideal é que ao fazer o uso dos óleos essenciais, a gestante o faça com o conhecimento do obstetra e acompanhamento de uma aromaterapeuta de confiança.

No tocante as pesquisas relacionadas com o tema, uma das mais importantes foi realizada no Hospital John Radcliffe, localizado na região de Oxford na Inglaterra.

O estudo incluiu 8058 mulheres em trabalho de parto normal ou cesariana e durante 8 anos, avaliou os efeitos dos óleos essenciais em sintomas como:

• Dor, medo e ansiedade (usando óleos essenciais de Lavanda, Camomila Romana e Rosa);
• Náusea e vômito (Hortelã pimenta);
• Amenizar estresse no parto (aroma de Eucalipto, Limão e Mandarina).

O estudo indicou resultados positivos nestes quesitos acima. Além disso, óleos essenciais de Tangerina, Laranja e Lavanda mostraram-se benéficos tanto para a mãe quanto para o bebê.

As principais formas de uso dos óleos essenciais durante a gravidez são também variados, como massagem, banho de imersão, inalação, compressas e escalda-pés, de acordo com o desconforto sentido.

Abaixo alguns óleos essenciais indicados para gestação, parto e pós parto:

 

Lavanda- lavandula Augustifólia

 

Ansiedade e dificuldade para dormir

Com o medo, vem a ansiedade, um dos maiores males que afeta as gestantes. O óleo essencial de Lavanda , é sem dúvida um dos melhores óleos essenciais para ser usado durante a gestação, parto, pós parto e para o bebê. Considerada a mãe da aromaterapia atual a Lavanda é equilibrante, apaziguadora das emoções, acolhedora! Para os bebês ela pode facilitar o sono e traz tranqüilidade, é um bálsamo para o puerpério, pode ser usada para enxaqueca, dores de cabeça e dores musculares.

 

Hortelã – Mentha Spicata ou Hortelã Pimenta – Mentha Piperita

 

Náuseas, vômitos e dores de cabeça

Cerca de 80% das gestantes costumam sentir náuseas, enjôos, amargor na boca e dores de cabeça, especialmente no primeiro trimestre de gravidez. Os óleos essenciais de Hortelã-pimenta (Mentha piperita) e Hortelã-do-campo (Mentha arvensis); são muito úteis para tratar as náuseas. Podem ser utilizados via inalação – até 3 gotas na palma das mãos. Óleo essencial extremamente refrescante, revigora, traz concentração expectora, limpa, é um excelente analgésico muscular e estimulante da mente, bom para dores de cabeça e náuseas durante a gestação (usar após 3 primeiros meses).

 

Ylang Ylang

Indicado para tratar ansiedade e depressão pós parto, auxiliar na redução da dor e uso de analgesia.

 

Lemongrass 

No trabalho de parto atua no alívio da dor e propicia um estado maior de relaxamento da parturiente. As formas de uso podem ser através de inalação e/ou massagem diluídos a 1% em óleo vegetal carreador.

 

Eucalipto (Eucalyptus glubulus)

Para aumentar a sensação de bem-estar e sentimentos positivos em relação ao parto

 

 

Cuidados Com o Corpo Durante a Gravidez

A pele do corpo também precisa ser preparada para suportar, principalmente, o aumento do volume dos seios e o crescimento da barriga. Uma vez por semana, o corpo precisa de uma esfoliação: pegue uma colher de sopa de açúcar, sal ou algas e acrescente 3 colheres de óleo vegetal de amêndoas ou girassol. Passe a mistura por todo o corpo, massageando de baixo para cima com movimentos circulares. Depois, é só enxaguar o corpo.

A esfoliação ativa a circulação, promove uma hiperemia na pele e ativa a produção de colágeno e elastina. São estas substâncias que a ajudarão na conquista por mais elasticidade. Nos demais dias da semana, a hidratação precisa ser reforçada e os óleos vegetais continuam sendo fortes aliados, assim como cremes neutros.

Grávida segurando uma flor na barrigaNeste processo de esfoliação e hidratação, são necessários dois cuidados: o primeiro deles é não hidratar o bico dos seios. Eles precisam estar mais resistentes para suportar a amamentação. O mais recomendado é passar, diariamente, uma toalha em todo o bico. O segundo é não se esquecer dos calcanhares: é muito comum que eles fiquem mais secos ou venham a rachar em decorrência das alterações hormonais.

A partir do quinto mês, caso o médico não se oponha, já é possível introduzir óleos essenciais em alguns momentos. Se a gestante apresentar acne, a lavanda é ideal para tratar a pele. O óleo pode ser aplicado no local da espinha e a água de lavanda por ser borrifada em todo o rosto.

A drenagam linfática, bastante recomendada no período da gestação, pode ter seus efeitos potencializados com o uso dos óleos essenciais de lavanda e camomila romana. Bastam algumas gotas no creme utilizado para a massagem. Pernas e pés, que sofrem com inchaços, podem ser tratados com um escalda-pés de lavanda. Após repousar os pés na água morninha, é preciso deitar-se com as pernas elevadas.

A Aromaterapia pode ajudar até mesmo na hora do parto. Na Europa e nos Estados Unidos, é muito comum aromatizar as salas de parto normal. Se isto for possível, sálvia e gerânio são os mais indicados.

No mais, é só curtir a gravidez e esperar pela chegada do rebento. Organize um Chá de Bebê para reunir as pessoas queridas, peça para o papai fazer bastante carinho na barriga e conversar com o bebê ele estará sentindo tudo. E com certeza, será uma pessoa bastante feliz por saber o quanto era esperado.

 


 

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Os Benefícios de Cozinhar Com as Crianças

Os Benefícios de Cozinhar Com as Crianças

Os dias estão cada vez mais agitados e corridos, o que dificulta um pouco as atividades em família. Com pouco tempo disponível as pessoas tendem a se dedicar um pouco menos a tarefas como cozinhar, preferindo refeições rápidas, congelados e fast food.

Apesar do tempo, esforço e paciência gastos, é importante para as famílias incluírem seus membros mais jovens desde cedo no preparo dos alimentos. Os fins de semana são uma ótima oportunidade para isso, pois além de uma maior disponibilidade de tempo, há também a possibilidade de incluir toda a família no preparo das refeições.

Assim o que era para ser mais uma atividade doméstica rotineira e automática, passa a ser um recreativo programa em família e uma ótima chance de introduzir as crianças na cozinha.

 

Por Onde Começar

A melhor maneira de começar a introduzir a criança na cozinha é escolhendo bem as receitas. Dê preferência para as de fácil preparo, os doces e alimentos coloridos costumam chamar muito a atenção pelo sabor e aparência, como cookies, muffins e gelatina.

As frutas, verduras e legumes também são boas opções, pois as crianças costumam ter um certo preconceito contra esses alimentos, então introduzi-las no processo de preparação pode fazer com que tenham mais vontade de prová-los. Procure criar algumas receitas mais atrativas com esses ingredientes, como uma torta de legumes ou um picolé de frutas.

 

Aprendizados e Ganhos

Através da alimentação nós temos o poder de educar as crianças ensinando-as sobre a origem do alimento e todo o seu processo de preparo, evitando desperdícios e ao mesmo tempo desenvolvendo uma relação de respeito com a natureza, que é fundamental para formarmos adultos mais conscientes.

A prática de cozinhar junto com as crianças traz diversas vantagens, como desenvolver um maior senso de responsabilidade, trabalho em equipe e noções de organização, ordenação e processos. Até conceitos matemáticos são aprendidos com a necessidade de fazer medições, estipular o tempo para assar etc. A autoestima dos pequenos também é uma das características trabalhadas durante a atividade, pois para a criança ver o resultado de algo que ela ajudou a fazer é algo muito gratificante.

Então separe uma receita deliciosa e de dar água na boca, como um clássico prato de carne de panela com batata, e reúna a criançada na cozinha! Os benefícios serão para a vida toda e as crianças vão ficar orgulhosas de ajudar no preparo de uma refeição para toda família!

 

 

Quanto mais tempo os pais passarem com os seus filhos realizando uma atividade juntos, mais tendem a criar laços profundos. Cultive um tempo de qualidade com eles.

Permita-se experimentar cozinhar com os filhos e veja os benefícios que isso traz lendo abaixo alguns destaques que selecionamos!

Auto estima elevada, diversão garantida e colaboração mútua são alguns benefícios trazidos ao cozinhar com os filhos. Aproveite para saber como é gratificante passar esse tempo com eles!

 

1 – Cria uma auto estima saudável

Cozinhar com os filhos permite que eles recebam um feedback instantâneo, o que os ajuda a aprender e crescer em autoconhecimento. Descobrir uma nova habilidade, como assar ou cozinhar, é conhecida por incentivar as crianças em idade escolar para um desenvolvimento saudável de auto estima.

 

2 – Comunicação assertiva

Um ambiente descontraído na cozinha oferece a oportunidade para conversar, dialogar sobre qualquer coisa! Os pais podem aproveitar esse tempo, especialmente, com os filhos maiores, uma vez que a comunicação é um elemento-chave para desenvolver confiança.

 

3 – Diversão garantida

Cozinhar é divertido e proporciona grandes risadas! Divertir-se com o seu filho na cozinha cria lembranças positivas, boas vibrações e uma comida saborosa.

 

4 – Estimula a criar o hábito de comer alimentos saudáveis

Mesmo cozinhando é possível ensinar os filhos a respeito dos alimentos que são saudáveis e aqueles que prejudicam o bom funcionamento do corpo. Então, quer melhor hora para trazer esse ensino de qualidade? Aproveite para educá-los!

 

5 – Promove a colaboração mútua

Cozinhar com os filhos dá a oportunidade de eles aprenderem a colaborar mutuamente. Ao realizar essa atividade, os pais podem promover o trabalho em equipe e, desse modo, ao se tornarem adultos, não terão dificuldade de se relacionarem uns com os outros.

 

2 Crianças sorrindo na cozinha

 

Com todos esses 5 benefícios de cozinhar com os seus filhos, o que você está esperando? Marque um dia na semana, prepare o cardápio, separe os ingredientes, chame a criançada e tenha momentos super alegres realizando essa atividade.

Certamente, eles se divertirão e aprenderão facilmente a preparar os alimentos como também adquirirem novas habilidades.

 

Atividades Que Podem Ser Feitas na Cozinha em Cada Idade

Agora que você conhece os benefícios de envolver a criança na cozinha, confira a seguir as atividades que podem ser feitas nesse ambiente de acordo com a idade na qual ela se encontra.

 

Antes de dois anos

No início da vida, incluir a criança na cozinha deve consistir em dividir o espaço com ela. Assim, os pequenos podem experimentar o preparo dos alimentos a partir da observação, em uma participação menos ativa. Ainda assim, eles podem podem desenvolver os sentidos. É possível deixar, por exemplo, que eles segurem alguns ingredientes, como legumes e frutas, que podem ser levados à boca.

 

De dois a três anos

Nessa fase, a criança já pode adicionar alguns ingredientes em um recipiente e misturá-los. Além disso, ela já começa a falar e esse momento na cozinha pode ser interessante para aprender novas palavras. Portanto, o diálogo deve sempre estar presente.

 

Entre três e seis anos

A criança que possui entre três e seis anos já está preparada para desempenhar novas tarefas. Amassar ingredientes, esticar e cortar massas, como para fazer biscoitos, bater sucos no liquidificador, limpar a mesa com um pano úmido e lavar itens de plástico e metal são alguns exemplos.

 

Após os sete anos

Nessa idade, as crianças já têm habilidade para preparar alimentos por completo, como tortas e bolo, e manusear alguns instrumentos, como o ralador. Lavar a louça e colocar a mesa também podem ser tarefas desempenhadas por elas nessa fase.

 

A partir dos 11 anos

A partir dessa idade, a criança já pode preparar pequenas refeições sozinha, principalmente seguindo receitas. Isso é possível porque, nessa fase, ela já é capaz de manusear utensílios mais complexos e utilizar o fogão. Mas ainda é importante manter a supervisão de adultos, principalmente nas primeiras experiências, até que elas possam cozinhar sozinhas.

 

Cuidados

Independentemente da idade, incluir a criança na cozinha envolve uma série de cuidados. Por isso, é importante manter a supervisão de um adulto em todas as atividades. Usar luvas de proteção contra queimaduras, manter os cabos das panelas virados para dentro e deixá-las nas bocas do fundo preferencialmente são algumas medidas de segurança. Também é importante orientar as crianças sobre como usar facas e a desligar o fogão após o uso.

 

Pequena chefe de cozinha

 

As crianças devem, desde cedo, serem incentivadas a abraçar o mundo da alimentação sem neurose, sem cobrança e sem o incentivo de comida rápida e nada nutritiva, o fast-food.

Aprender que o alimento deve ser seu aliado é essencial para as crianças. Muitas têm dificuldades em consumir alimentos diferentes e desconhecido, simplesmente pela falta de contato com o mundo da comida e sem ter nenhum tipo de referencial nesse sentido. Esse contato pode começar em casa, na escola, para seguir mundo afora.

O Diário de Uma Paixão reconhece que a conscientização sobre a importância de uma alimentação saudável começa na infância. Saiba mais sobre o programa do GUIA COZINHAR & ARRASAR COM CRIANÇAS!

 


 

 

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